Auxílio Emergencial pode ser prorrogado para 2021? Veja proposta de Paulo Guedes

O atual e então Ministro da Economia Paulo Guedes afirmou a possibilidade de do auxílio emergencial ser prorrogado para 2021 é zero. Segundo ele não haverá uma terceiro prorrogação do auxílio até junho de 2021, pois, não existe articulação para isso.

Auxílio Emergencial pode ser prorrogado para 2021? Veja proposta de Paulo Guedes
Auxílio Emergencial pode ser prorrogado para 2021? Veja proposta de Paulo Guedes (Imagem: Reprodução UOL Economia)

Auxílio Emergencial

O benefício que acaba em dezembro deste ano, beneficiou 67,7 milhões de brasileiros que fazem parte do programa social bolsa família. Todas as informações sobre a extensão do auxílio emergencial até 2021 foram chamadas de descabidas pelo ministro Paulo Guedes.

O auxílio emergencial foi criado para conter os danos econômicos causados pela pandemia do coronavírus, com duração, a princípio de três meses. As três primeiras parcelas foram pagas nos meses de abril, maio e a do mês de junho seria a última, no entanto, o governo prorrogou por mais duas parcelas em julho e agosto.

Essas cinco parcelas o valor pago foi de R$ 600, depois houve mais uma prorrogação até dezembro de 2020, porém, o valor pago agora, é de R$ 300. Totalizando todas as parcelas pagas do auxílio emergencial, o pagamento está estimado em R$ 321,8 bilhões.

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Renda Cidadã

O novo programa do governo Jair Bolsonaro, o renda cidadã que visa substituir o atual programa bolsa família, ainda não teve o seu financiamento definido, atitude essa que acontecerá após as eleições municipais deste ano, de acordo com a equipe econômica.

As discussões técnicas seguem em curso no Ministério da Economia e também no Congresso, já que será uma decisão política que pode afetar os interesses políticos dos parlamentes aliados do governo, por isso, nenhuma definição será tomada agora.

Os integrantes do governo garantem que, será descartada toda e qualquer solução que fure o teto de gastos, essa regra que limita o avança da inflação. Essa decisão partiu do presidente Jair Bolsonaro e, por não ter encontrado nenhuma alternativa para o financiamento do novo programa, o governo deve iniciar com o ano com o bolsa família.

O presidente Jair Bolsonaro, disse que: “a onda da eleição está engolindo todo mundo”, e todos os parlamentares estão apenas focados nas suas bases eleitorais e, longes para votarem no seu novo programa social. O programa tecnicamente já existe, todavia, ele só falta a decisão política para concretizar-se.

Mariana Castro é formada em Pedagogia pela Universidade Brás Cubas em Mogi das Cruzes – SP. Atualmente trabalha como professora na rede privada de ensino e dedica-se a redação do Jornal O Norte.