Eleições 2020: ESTES são os principais pré candidatos a prefeitura de São Luís

Quatorze nomes se projetam como pré-candidatos à prefeitura de São Luís. Se todos forem oficializados, as eleições 2020 serão concorridas.

eleições 2020: Quatorze nomes se projetam como pré-candidatos à prefeitura de São Luís. Se todos forem oficializados pelos partidos ou coligação, será a eleição mais concorrida dos últimos anos para a capital maranhense. Apesar da quantidade, apenas uma mulher está na disputa, a deputada Maria Deusdete Lima Cunha Rodrigues, conhecida como Detinha (PL).

Eleições 2020: ESTES são os principais pré-candidatos à prefeitura de São Luís

Eleições 2020: ESTES são os principais pré-candidatos à prefeitura de São Luís. (Imagem: Google)

A pré-candidata já foi prefeita do município Centro do Guilherme, um dos mais pobres do estado, e conseguiu chegar à Assembleia Legislativa com a maior votação em 2018, 88.402 votos.

O marido dela, Josimar do Maranhãozinho, também teve uma votação expressiva e foi eleito para a Câmara Federal com 195.768 votos.

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A quantidade de candidatos à prefeitura pode dividir a votação da capital maranhense e levar o resultado para um segundo turno.

Atualmente, o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) lidera as pesquisas com ampla vantagem e tem buscado ampliar o número de partidos na aliança que vai liderar, garantindo mais tempo na TV e dinheiro do fundo de campanha.

Pré-candidatos a prefeito de São Luís

Base política do governador Flávio Dino:

  • Yglésio Moisés (Pros)
  • Bira do Pindaré (PSB)
  • Jeisael Marx (Rede)
  • Duarte Júnior (Republicanos – antigo PRB)
  • Rubens Júnior (PCdoB)
  • José Inácio (PT)
  • Osmar Filho (PDT)
  • Franklim Douglas (PSOL)
  • Neto Evangelista (PDEM)
  • Detinha (PR)

Oposição:

  • Eduardo Braide (Podemos)
  • Welington do Curso (PSDB)
  • Adriano Sarney (PV)
  • Tadeu Palácio (PSL) – ainda não se manifestou, mas é provável candidato.

Mudanças nas eleições 2020 municipais

A principal inovação das eleições deste ano é a proibição de coligações no pleito proporcional, ou seja, de vereadores. Até 2016, os votos dados a todos os partidos da aliança eram considerados no cálculo do coeficiente eleitoral para a distribuição das vagas e “puxavam” alguns políticos.

Agora, cada partido apresenta o mesmo número de candidatos, o que pode levar a um aumento significativo de aspirantes a vereador.

Além disso, o partido deverá reservar a cota mínima de 30% para as mulheres. A candidatura avulsa está proibida, ainda que a pessoa seja filiada a algum partido. A idade mínima para se eleger para prefeito ou vice é 21 anos e para vereador é 18 anos.

Mônica Chagas
Escrito por

Mônica Chagas

Mônica Chagas Ferreira é mestranda em Letras pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Como pesquisadora, estuda Análise do Discurso na perspectiva foucaultiana, contemplando relações de saber, poder e política presentes na mídia. Enquanto jornalista, já atuou em rádios e veículos impressos. Atualmente trabalha como assessora de comunicação e redatora do Jornal O Norte.

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