“O povo está cansado de toma lá da cá” afirma Pedro Laurentino, pré-candidato a prefeito de Teresina

Na última quarta-feira (5), em entrevista exclusiva ao Jornal do Piauí, o pré-candidato a prefeito de Teresina, Pedro Laurentino (UP), declarou que, caso seja eleito, realizará um mandato de “força popular”. O pré-candidato, que já foi vereador da cidade de Teresina na década de 1990, analisa que não apenas o povo está cansado das manobras de “toma lá dá cá”, como também a política mudou para pior.

"O povo está cansado de toma lá da cá" afirma Pedro Laurentino, pré-candidato a prefeito de Teresina
“O povo está cansado de toma lá da cá” afirma Pedro Laurentino, pré-candidato a prefeito de Teresina (Imagem: Reprodução Google)

De acordo com Laurentino, em seu possível mandato vereadores fisiológicos “não terão vez”. Além disso, o pré-candidato defende que é necessário destacar a população como protagonista na discussão política. “Queremos fazer um governo onde o povo tenha poder de decidir e governar com a gente”, ressalta. 

Ademais, Pedro Laurentino também afirmou que o partido Unidade Popular está com uma coligação praticamente fechada com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e tenta uma aliança com o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), com a finalidade de formar uma frente antifascista. 

O partido Unidade Popular

O partido Unidade Popular pelo Socialismo, assim também conhecido como Unidade Popular (UP), foi fundado em junho de 2016, contudo, recebeu o direito de lançar candidaturas em dezembro de 2019, após o reconhecimento do Tribunal Superior Eleitoral. 

Leia mais: Saiba quem são os pré candidatos a prefeitura de Teresina nas eleições de 2020

Além disso, o UP tem como membros os jovens, militantes, intelectuais e trabalhadores, o pré-candidato a prefeito de Teresina pelo partido afirma que tem como proposta fazer o que ele chama de “organizar o povo”.

“A Unidade Popular vem com a proposta de organizar o povo, de sair da situação de desemprego e misérias, do povo passando por dificuldades, abandonado pela esquerda que esteve no poder nos últimos anos”, disse.

Como ficam as eleições em 2020

Ademais, com a promulgação da Emenda Constitucional (EC) nº 107/2020, que adia eleições municipais para 15 (1º turno) e 29 de novembro (2º turno), fica estabelecida a prorrogação de diversas datas do calendário eleitoral. 

Confira as principais:

  • 31 de agosto a 16 de setembro: realização das convenções partidárias para definição de coligações e escolha dos candidatos. As convenções podem ocorrer por meio virtual.
  • 31 de agosto a 26 de setembro: período para o registro de candidaturas. Início do prazo para que a Justiça Eleitoral faça a convocação dos partidos e emissoras de rádio e TV para elaboração do plano de mídia.
  • 27 de setembro: Início da Propaganda Eleitoral, inclusive na internet
  • 15 de novembro: 1º turno das eleições
  • 29 de novembro: 2º turno das eleições
  • 15 de dezembro: Último dia para entrega das prestações de contas
  • 18 de dezembro: Prazo final para diplomação dos eleitos
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