Autorizado o concurso da Polícia Civil em Sergipe; confira vagas

A Secretaria de Segurança Pública divulgou que o concurso para agente e escrivão da Polícia Civil está autorizado. As provas devem acontecer em 2021.

Autorizado o concurso da Polícia Civil em Sergipe; confira regras!
Autorizado o concurso da Polícia Civil em Sergipe; confira regras!(Fonte:Google)

Na última quinta-feira, 20 o governo do estado do Sergipe autorizou a realização do concurso público que vai oferecer cerca de 60 vagas.

As vagas

Se espera que o concurso seja feito para suprir:

  • 50 vagas de agentes de polícia judiciária
  • 10 vagas de escrivão.

O concurso não teve seu edital divulgado ainda. Mas, o que se sabe é que trata de um concurso para nível superior.

Os candidatos devem ter diploma, em instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, em qualquer das áreas.

Atualmente o processo do concurso está na Secretaria de Estado da Administração. A explicação para isso é o fato de que algumas etapas precisam ser cumpridas. Como, por exemplo, a formação de comissão, a contratação da banca examinadora e, só então, a elaboração de edital.

Áreas do concurso

As áreas ofertadas contam com vagas para:

  • Escrivão;
  • Agente de polícia juridiário.

O escrivão é responsável por agir, movimentar e participar dos inquéritos policiais. Entre as funções de atuação estão:

  • O Termo Circunstanciado de Ocorrência;
  • Auto de Prisão em Flagrante;
  • Procedimentos especiais e administrativos.
  • E, ainda os autos que estão sob a presidência policial.

Para Walter Roberto Tini, vice-presidente da Afpcesp:

Eu posso dizer, com toda a garantia. Uma delegacia, sem o delegado, funciona; sem o investigador, vai continuar funcionando. Mas, sem o escrivão ela pára. E, por quê? Porque todo o trabalho burocrático da delegacia está com o escrivão”.

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O agente de polícia judiciário em alguns estados é chamado de investigador. Responsável que registra os boletins de ocorrência. Também, com a indicação das autoridades policiais, é responsável pelas diligências e investigações. Têm por finalidade a coleta de provas que ajudarão a encerrar os casos.

De acordo com Hilkias de Oliveira, que exerceu o cargo de investigador por 20 anos, essa é uma função muito importante. E destaca:

“O investigador de polícia tem que ter algumas qualidades pessoais, que são exigidas no concurso. Não pode ser qualquer pessoa da sociedade. Tem que ser os melhores”.

 

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Jamille Pereira Novaes é graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), pós-graduada em Gestão da Educação pelo Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU). Como professora de Língua Portuguesa já atuou no ensino fundamental I e II. Atualmente, trabalha com professora de Língua Portuguesa no ensino técnico e redatora do jornal O Norte.