Governo vai prorrogar o pagamento do auxílio emergencial no Amapá até 2021? Veja aqui!

Nesta quinta-feira (12), diante da situação do Amapá sem energia elétrica sendo distribuída regularmente em várias cidades do estado – ocasionando problemas com abastecimento de água e nas telecomunicações -, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pediu ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que o auxílio emergencial pago durante a pandemia de covid-19 no Amapá fosse prorrogado na região.

Governo vai prorrogar o pagamento do auxílio emergencial no Amapá até 2021? Veja aqui! (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado  Fonte: Agência Senado)
Governo vai prorrogar o pagamento do auxílio emergencial no Amapá até 2021? Veja aqui! (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Fonte: Agência Senado)

Com a solicitação, Alcolumbre visa socorrer as pessoas atingidas pelo apagão no Estado, que está sob rodízio de energia:

“Os amapaenses perderam a comida de um mês, tudo estragou nas geladeiras. As pessoas estão sofrendo. É dever do Estado socorrê-las”, escreveu Alcolumbre nas redes sociais. “Depois do apagão, nove dias atrás, o Amapá ainda não teve 100% da energia restabelecida. O sistema de rodízio impõe prejuízo e problemas. A população está sofrendo e precisa de ajuda e de respostas efetivas.”

Auxílio Emergencial no Amapá

De acordo com o portal TN Online, o benefício foi estabelecido para ajudar trabalhadores informais e desempregados durante crise do novo coronavírus, que deve custar R$ 322 bilhões para a União neste ano, com data prevista para o fim de pagamento em dezembro.

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O portal informou que 321.787 pessoas recebem o auxílio no Amapá, o equivalente a 37% da população do Estado. Os gastos, livres de uma série de regras fiscais, foram autorizados em função do estado de calamidade pública decorrente da pandemia.

O apagão

O apagão vem afetando 90% da população de Macapá chegou ao 11º dia com novo rodízio de energia, ele acontece devido a um incêndio na principal subestação do estado, provocando também dificuldade de acesso à água por problemas no fornecimento, além da instabilidade nas telecomunicações e das filas nos postos de combustíveis e prejuízos ao comércio.

A crise no abastecimento de energia começou na noite do dia 3 de novembro e, desde o dia 7 de novembro, foi instaurado sistema de rodízio para a população.  A previsão da ativação dos dois transformadores queimados é de 30 dias, até lá, as unidades consumidoras recebem energia da SIN (Sistema Interligado Nacional), Usina Coaracy Nunes e de geradores de energia transportados de Manaus para o estado.

Jornalista graduada pela FAPCOM (Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação). Foi repórter do site MigraMundo e Startupi, atuou na comunicação de ONG e em assessoria de imprensa. Atualmente trabalha como jornalista freelancer e redatora do Jornal O Norte.