NOVO imposto em 2021? ESTA proposta de Paulo Guedes vai mexer no seu bolso

No dia 19 de novembro, o ministro da economia Paulo Guedes retornou a pauta sobre o novo imposto de transações eletrônicas em 2021. O motivo da pausa do tema se deu em virtude das eleições municipais, o qual o ministro, por temor de ser uma pauta nos debates, suspendeu provisoriamente.

NOVO imposto em 2021? ESTA proposta de Paulo Guedes vai mexer no seu bolso
NOVO imposto em 2021? ESTA proposta de Paulo Guedes vai mexer no seu bolso (Foto: Reprodução / Google)

A criação do imposto sobre transações eletrônicas, considerada uma reedição da CPMF, é um problema na reforma tributária. Paulo Guedes afirmou que não deseja uma reforma tributária “de qualquer jeito” e pretende se empenhar e estudar sobre o início do novo imposto.

No entanto, há a promessa de não haver aumento nessas taxas. O projeto defende ainda a desoneração das empresas, ou seja, desobrigar a cobrança de algumas taxas na folha salarial.

“Não vamos subir impostos. Se um imposto for criado, será porque destruímos outros oito, nove ou dez”, disse o ministro.

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As taxas, portanto, serão para aquelas pessoas que utilizam as transações financeiras no modelo digital, como por exemplo, o sistema Pix. Os índices serão de 0,15% a 0,2%. A proposta de taxação dos dividendos tem causado controvérsias de opiniões. No entanto, Paulo Guedes se mostra cada vez mais incisivo em relação à ideia.

No evento Investidor 3.0, o representante econômico do Brasil respondeu: “Tem que pagar imposto sobre dividendo sim” e reiterou mais uma vez a opinião sobre o tema.

A polêmica sobre a nova alíquota fez com que o ministro criticasse a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) pelo pensamento divergente em relação ao imposto que já está sendo apelidado de CPMF e citasse, sem provas, que a Federação liberava pagamentos para que os economistas defendessem ideia contrária e expressasse respostas  negativas sobre o imposto.

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Opinião de especialistas

Segundo os estudiosos do caso, o Governo parece não querer incentivar o fim do uso do papel moeda no país. Em entrevista ao jornal o Estado de São Paulo, Fernanda Garibaldi, especialista da área Fintech, deu sua opinião sobre a nova CPMF:

“É como se tivessem políticas antagonistas: de um lado tem o Banco Central querendo desestimular o uso do dinheiro em papel ou moeda, e de outro um tributo que pode resultar no efeito contrário”.

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