MP é aprovada e policiais militares de Roraima recebem reajuste salarial

A medida provisória aprovada pelo Plenário da Câmara dos Deputados, prevê o aumento do salário de maneira retroativa de policiais civis e bombeiros militares em Roraima, mais dois estados no norte do país e também na capital Brasília.

 

MP é aprovada e policiais militares de Roraima recebem reajuste salarial
MP é aprovada e policiais militares de Roraima recebem reajuste salarial (Foto: Reprodução Google)

O Senado deve aprovar para a MP seguir em votação. Ação de número 971/20 corrige erros referentes ao bombeiros ativos, inativos e também aposentados pensionistas dos estados do Amapá, Rondônia e Roraima.

O impacto financeiro será de aproximadamente R$30 milhões ao ano, divididos em profissionais em atividade, inativos e pensionistas.

A Deputada Federal Joênia Wapichana, explicou que votou sim por que reconhece a importância dos profissionais da área de Segurança Pública, e que o rejuste não criara novas despesas ao fundo monetário, por que saí do Fundo Constitucional.

O responsável por relatar a Medida Provisória (MP) foi o deputado Luis Miranda (DEM), apresentando um texto favorável ao titulo originalmente enviado ao Poder Executivo.

Apesar da MP ter sido movimentando no Distrito Federal, profissionais da segurança pública da região Norte também serão beneficiados com o reajuste salarial previsto. Se for aprovado, fica em torno de 8% o aumento para policiais civil, em todos os cargos do órgão.

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Salários mais altos em Roraima

Foi divulgado os números que vão mudar a partir da decisão do Senado, o reajuste é estimado em um valor de até R$519 milhões anuais, onde R$370 milhões seriam destinados para profissionais ativos e também aos inativos e pensionistas.

Para a Policia Civil do Distrito Federal, o salário de um agente vai variar de R$9,4 mil a R$14,8. O suporte terá cerca de R$149 milhões, para dar conta de 9.465 profissionais.

Mesmo com aprovação, o partido Novo votou contra o aumento, com criticas ao reajuste, mas não teve sucesso. O deputado Tiago Mitraud do partido, afirmou que não fazia sentido conceder um aumento na crise fiscal em que o país se encontra, que a categoria é um das mais bem pagas no Brasil.

Mas, devido ao argumento de que o Fundo Constitucional não alterará despesas para o Governo, a medida acabou sendo aprovada.

Larissa Luna é graduanda em Psicologia pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE) e graduanda em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Como universitária, estuda analises de pesquisas feitas a partir de conceitos sociológicos e antropológicos em paralelo com a Psicologia. Atualmente dedica-se a redação do Jornal O Norte.