Aluguel, conta de luz, plano de saúde e MAIS gastos que terão reajustes em 2021

O ano de 2020 vem chegando ao fim e, com ele, o término de alguns benefícios concedidos à parte da população brasileira para amenizar os impactos econômicos oriundos da pandemia do novo coronavírus. Com a incerteza dos benefícios dados pelo Governo Federal, o cidadão irá se preocupar com os reajustes nas contas que passam a vigorar já no começo de 2021, como o valor do aluguel, da conta de luz, plano de saúde e outros.

Aluguel, conta de luz, plano de saúde e MAIS gastos que terão reajustes em 2021 (Imagem: EFE/MARCELO SAYÃO/ARCHIVO)
Aluguel, conta de luz, plano de saúde e MAIS gastos que terão reajustes em 2021 (Imagem: EFE/MARCELO SAYÃO/ARCHIVO)

O pequeno aumento no salário mínimo não será suficiente para bancar todas as despesas, e sem o crédito que teve um papel fundamental em sustentar a renda da população na crise atual, os gastos consumirão boa parte da renda da população.

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Além das contas fixas, os brasileiros terão a volta da cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), possível aumento nas tarifas de transporte público, preço dos alimentos ainda incomodando a carteira e outros impactos econômicos. O G1 elencou possíveis causas que podem afetar diretamente o consumidor e a forma como o dinheiro será empregado.

Reajustes que devem impactar o seu bolso em 2021

Salário mínimo

De acordo com a última proposta de aumento do Governo Federal prevê um aumento de R$ 43. Estando dentro da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o novo salário mínimo idealiza a projeção de R$ 1.088 para o próximo ano.

Fim do Auxílio Emergencial

Programado para ser encerrado neste mês de dezembro, o auxílio emergencial foi um benefício criado pelo Governo Federal, em negociação com o Congresso Nacional, para ajudar os trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados durante o estado de calamidade decretado pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o G1, 67 milhões de brasileiros foram beneficiados com o programa, que pagou inicialmente R$ 600 e, depois, R$ 300 aos inscritos.

Aluguel mais caro

Com a alta do IGP-M (o Índice Geral de Preços – Mercado) em 2020, os contratos de aluguel podem sofrer reajuste de 5% ao longo de 2021 devido à estimativa de encerramento deste ano nesse percentual.

Planos de saúde

Além dos valores que terão reajuste no próximo ano nos planos de saúde, as operadoras também deverão cobrar pelos dias de suspensão de cobrança em 2020 por conta da Covid-19. Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), os pagamentos dos planos de saúde serão diluídos em 12 meses a partir de janeiro de 2021.

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Conta de luz

Tendo anunciado a cobrança máxima na conta de luz no final de novembro devido à oferta de energia está comprometida em razão dos baixos níveis dos reservatórios, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) poderá continuar com o uso da bandeira dois – vermelha – na conta de energia elétrica em 2021 caso o cenário permaneça nas condições nos próximos meses.

Alimentos com alta mais modesta

Apesar da expectativa do preço dos alimentos voltar a patamares de antes da pandemia da Covid-19, o valor não deve retroceder. No entanto, espera-se que o aumento não atinja níveis exorbitantes nas prateleiras dos supermercados como os registrados neste ano.

Jornalista graduada pela FAPCOM (Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação). Foi repórter do site MigraMundo e Startupi, atuou na comunicação de ONG e em assessoria de imprensa. Atualmente trabalha como jornalista freelancer e redatora do Jornal O Norte.